3 de fevereiro de 2012

Exorcistas fortes e Exorcistas fracos, isso é possível?


“É inegavél que há diferença entre os exorcistas. Depende de fatores de índole espiritual (a intensidade da oração, de união com Deus, de sacrificios; ouso dizer, depende da santidade) e de fatores humanos como a experiencia, a inteligencia, a cultura especifica, a intuição…Contudo, não é facil avaliar estes fatores e seria errado pretender fazer comparações porque só Deus é juiz. A propósito, um exorcista francês, respondendo ao seu bispo esta mesma pergunta, apresentou – lhe a lista das coisas novas que tinha aprendido, ano após ano, durante o exercício deste ministerio. Em suma, ele quis dizer: só posso comparar – me comigo mesmo e vi que tenho sempre que aprender, mas também vi as vantagens da experiência.

Além disso, não podemos nos esquecer de que, neste setor, influenciam muitos outros fatores: o desempenho da fé e da oração da pessoa atingida e dos seus familiares; a fé na Intercessão da Igreja e, consequentemente, a exigência de ver, no exorcista, um instrumento de Deus, designado pelo bispo. Também notei que há exorcistas que são mais eficazes com determinados tipos de malefícios e outros com outro tipo de males. Mas depois, é o Senhor quem decide concede – como quer – a graça do resultado a um e ao outro, para que só a Ele se dê graças.” (Pe. Gabrielle Amorth – Livros Novos Relatos de um Exorcista)

Fonte:  livresdetodomal

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