1 de março de 2010

O demônio pode ler nossos pensamentos? Como pode nos tentar?


Buscamos mais uma vez a sabedoria e o conhecimento do professor Felipe Aquino, que responde com muita maestria, fica aqui sua posição e em partes a minha.

Palavras do professor

“A Igreja nos ensina que os demônios são anjos que foram criados bons, mas que se tornaram maus por própria culpa, por orgulho e soberba; eles não são oniscientes, nem onipresentes e nem onipotentes, mas têm poderes de anjos, puros espíritos. Eles podem influenciar a nossa imaginação com pensamentos maus; é a tentação. Eles não tem capacidade para ler os nossos pensamentos, mas são muito inteligentes e podem deduzir o que estamos pensando em face de nossas atitudes. Sobre eles o Catecismo nos diz o seguinte:

§395 – Contudo, o poder de Satanás não é infinito. Ele não passa de uma criatura, poderosa pelo fato de ser puro espírito, mas sempre uma criatura: não é capaz de impedir a edificação do Reino de Deus. Embora Satanás atue no mundo por ódio contra Deus e seu Reino em Jesus Cristo, e embora a sua ação cause graves danos – de natureza espiritual e, indiretamente, até de natureza física – para cada homem e para a sociedade, esta ação é permitida pela Divina Providência, que com vigor e doçura dirige a história do homem e do mundo. A permissão divina da atividade diabólica é um grande mistério, mas “nós sabemos que Deus coopera em tudo para o bem daqueles que o amam” (Rm 8,28).

§414 - Satanás ou o Diabo, bem como os demais demônios, são anjos decaídos por terem se recusado livremente a servir a Deus a seu desígnio. Sua opção contra Deus é definitiva. Eles tentam associar o homem à sua revolta contra Deus.”

Um comentário:

  1. Todos esses argumentos são inválidos, porque nada disso existe.

    Além do mais, mesmo se existissem, existem tantas falácias e tanta contradição no que se prega, que já de cara se perde a credibilidade, aos menos para quem raciocina.

    Por Exemplo: Se Deus é onisciênte, ele sabe de tudo antes mesmo de acontecer. Logo, ele sabia que Lúcifer se revoltaria. Então, Lúcifer não teve escolha, a não ser se revoltar. Se ele não se revoltasse, Deus teria se enganado. logo, como Deus fez Lúcifer, esse nada mas é do que uma vítima de Deus.

    Eu pego um assassino e o coloco numa sala cheia de crianças. Eu sei que ele vai matá-las, porque eu sei de tudo. Ele as mata, assim como eu previ. Não sou no mínimo cúmplice?

    Não há espaço para o livre-arbítrio e a onisciência de Deus.

    Uma pessoa nasce, cresce e aos 20 anos mata outra. Não se arrepende e vai para o inferno.

    Deus já sabia, antes dessa pessoa nascer, que ele iria matar e ir para o inferno.

    Que chance essa pessoa teve? Nenhuma... E se foi Deus quem deu a vida ao assassino, a vítima é vítima de Deus...

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